Por que o MEC deu nota máxima ao curso de Segurança Pública da Uninter

Autor: Jaqueline Deina - Estagiária de Jornalismo

Há sempre muita celebração quando um novo curso forma sua primeira turma. Mas outra fase, tão importante quanto esta, é o momento de receber a comissão de avaliadores do Ministério da Educação (MEC) pela primeira vez. Afinal, são eles que vão validar todo o trabalho desenvolvido até ali e possibilitar a continuidade do curso.

O curso de Tecnologia em Segurança Pública da Uninter iniciou as atividades na modalidade a distância em fevereiro de 2016. Idealizado pelo vice-reitor da instituição, Jorge Bernardi, que também atuou como coordenador, o curso teve grande adesão desde o começo. Em 2018, cerca de 800 alunos fizeram parte da primeira turma formada.

Para validar um diploma de ensino superior, é necessário que os cursos atendam a uma série de critérios exigidos pelo MEC. O atual coordenador, Gerson Luiz Buczenko, explica que o curso já havia solicitado a visita da comissão desde 2018. Anunciada em julho deste ano, a visita aconteceu entre os dias 4 e 7 de agosto.

E não foi surpresa quando os avaliadores contemplaram o curso com a nota máxima. “Para nós, é um grande privilégio. Não só pelo nosso trabalho, mas por oportunizar aos nossos alunos um curso com esse porte”, declara o coordenador. Ele afirma que desde o começo o curso foi pensado em cada detalhe, com muito cuidado e profissionalismo.

“Nós temos um público muito específico da área de segurança pública, então o curso foi formatado de uma maneira singular. As disciplinas, a grade curricular, os convidados das aulas interativas, as rotas dialógicas; tudo isso é pensado para a melhor formação desse profissional”, explica Gerson.

Para Gerson, a seriedade do curso, o grau de profissionalismo, a dedicação dos professores, de toda a equipe e da Escola Superior de Gestão Pública, Política, Jurídica e Segurança, comandada pela diretora Débora Veneral, foram essenciais para que “transparecesse a qualidade do curso no momento da avaliação”.

Sobre o curso

O curso de Segurança Pública da Uninter tem a duração de dois anos e confere ao aluno o título de tecnólogo. Ele é dividido em 6 módulos e aborda temas como: Princípios de cidadania, com foco em direitos humanos e direito aplicado à atuação na segurança pública. Além disso, existem algumas disciplinas que são exclusividade da instituição, como a disciplina de Polícia Comunitária.

“Temos muitos livros escritos por agentes da segurança pública, policiais militares e civis, delegados. As rotas foram gravadas com pessoas específicas da área, como o professor Alessandro José Fernandes de Oliveira, que é hoje procurador da República”, conta Gerson.

O coordenador explica que, para gravar as rotas de estudos e ministrar as aulas interativas, cada professor é escolhido pelo grau de profissionalismo e conhecimentos da área. “Esse domínio da área traz um conteúdo diferenciado, o que agrega muito para o curso”, comenta.

Antes de gravar as rotas dialógicas e de aprendizagem, os professores selecionados fazem uma capacitação e apresentam um plano de aula, que deverá ser aprovado pela coordenação do curso. As aulas interativas acontecem a cada 15 dias e sempre com os profissionais que gravaram as rotas de aprendizagem. É o momento em que os alunos podem interagir e tirar dúvidas.

Um visita 5 estrelas

Gerson conta que os avaliadores ficaram encantados com a estrutura da Uninter e com a organização do curso. “Estava tudo documentado e as evidências estavam todas em ordem”, diz. A visita ao departamento de Logística também foi parte importante na hora de avaliar a instituição. “Eles ficaram encantados com a estrutura que a Uninter dispõe para distribuição de livros para todo o Brasil”, reforça.

Ao conhecerem os estúdios onde são gravadas as vídeo-aulas, eles se impressionaram com a tecnologia que dá suporte ao trabalho da instituição. “Destacaram também o cuidado que a Uninter tem com os avaliadores”. A pró-reitora de Graduação e Assuntos Institucionais, Denize Carneiro Campos, recebeu e acompanhou os avaliadores durante todo o tempo. “Eles se sentiram acolhidos”, declara o coordenador.

Ele também reforça que há sempre o suporte da reitoria para a preparação dos materiais e das evidências que serão apresentadas à comissão do MEC. “Há uma preparação padrão no que diz respeito à documentação. Quando assumi a coordenação do curso, no final de 2018, tive a missão de apenas dar continuidade ao excelente trabalho que já vinha sendo feito desde o início do curso”, completa Gerson.

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Autor: Jaqueline Deina - Estagiária de Jornalismo
Edição: Mauri König
Créditos do Fotógrafo: Ariadne Körber - Estagiária de Jornalismo


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