Itapoá dança do balé ao chamamé


Para um aprendizado eficaz e dinâmico, nada como aliar a prática e a teoria, promovendo a fixação do conteúdo dado em sala de aula. Pensando nisso, os alunos de bacharelado e de licenciatura em Educação Física da modalidade de educação a distância planejaram um evento em que pudessem aplicar os conteúdos que aprenderam nas aulas.

O polo de apoio presencial da Uninter em Itapoá (SC) recebeu no último dia 3 de abril o Festival de Danças pelo Brasil. Os preparativos para o evento envolveram os estudantes ao longo de vários dias. A coordenação do polo sorteou alguns temas entre as turmas para que cada grupo de estudantes ficasse responsável por uma etapa da elaboração do evento.

Os acadêmicos tiveram o trabalho de fazer todo o planejamento e a organização do festival. Essa elaboração se deu através de um método de planejamento aprendido nas disciplinas de “Planejamento de Eventos Esportivos e Recreativos” e “Atividades Rítmicas”.

O aluno Rodrigo Fernando, que está no terceiro ano do curso, falou sobre o processo de preparação para a realização do evento. “Ficou definido que o importante era o envolvimento e a participação dos alunos para que o evento acontecesse com qualidade, levando em consideração as exigências da disciplina em questão”.

Entre os convidados estavam o estúdio Coan, que demonstrou passos de balé clássico, e o grupo Tradição do Sul, que trouxe passos de vaneira, milonga e chamamé. As apresentações foram abertas à comunidade.

O festival foi conduzido pelo professor Carlos Eduardo Verri. O evento buscou proporcionar aos alunos uma vivência prática de atividades rítmicas e expressivas através da manifestação da cultura de cada estilo, ritmos e significados populares.

“As duas disciplinas constituíram um desafio para todos os acadêmicos, em especial para aqueles que nunca tiveram vivência ou contato com seus elementos. Muitos demonstraram ansiedade, insegurança, e foram sempre estimulados a superarem suas dificuldades. Foi muito gratificante ver o retorno positivo por parte dos acadêmicos, verificado na elaboração, apresentação e conclusão de belos trabalhos”, diz Verri.

Foram convidados alunos de todos os outros cursos de licenciaturas para acompanhar o festival. Ao final do evento, todos os que participaram das atividades receberam um certificado de horas complementares.

Edição: Mauri König / Revisão Textual: Jeferson Ferro

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