De olho no mundo, Relações Internacionais da Uninter recebe nota 5 do MEC


O curso de Relações Internacionais busca desenvolver no aluno a capacidade de entender e interpretar as rápidas transformações do mundo globalizado em que vivemos. Para isso, o estudante deve ter uma mente aberta para as diferentes culturas e seus complexos contextos históricos. O internacionalista, como é chamado este profissional, é o representante do mundo globalizado.

A capacidade de fazer uma análise de cenário, considerando toda a conjuntura política e econômica, observando a legislação de cada lugar, é parte essencial de suas funções. Muitas são suas possibilidades de mercado de trabalho: comércio internacional, organizações internacionais, Ministério de Relações Exteriores, Agência Brasileira de Inteligência, paradiplomacia, organizações não-governamentais, entre outros.

O curso de Relações Internacionais na modalidade de educação a distância da Uninter foi avaliado pela comissão técnica do Ministério da Educação entre os dias 24 e 27 de abril e recebeu nota 5. Para conquistar o nível máximo de excelência do MEC, a Uninter contou com uma equipe de profissionais liderada pela coordenadora do curso, Cordeiro Viana e Silva.

Caroline conta que o processo de avaliação do MEC foi uma oportunidade de aprendizado. Os avaliadores recrutados pelo MEC eram de universidades de Juiz de Fora (MG) e de Brasília (DF). “Foram dois dias muito agradáveis de se conviver com os avaliadores. Ambos com muita experiência. O professor José Sérgio, em especial, por ser reitor, nos ensinou muita coisa. Ambos fizeram com que a avaliação fosse um momento de reflexão sobre o curso, um momento pedagógico. Foram dois dias de muito aprendizado”, afirma a coordenadora.

A avaliação do MEC é feita de maneira criteriosa e confere se o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) está sendo cumprido. Para isso, os representantes do ministério analisam durante dois dias as qualificações do corpo docente, o corpo técnico-administrativo, as instalações físicas, a organização didático-pedagógica e todas as evidências, ou seja, todos os documentos que comprovam o trabalho desenvolvido pelo curso nos últimos anos.

De acordo com Caroline, o primeiro dia foi o mais importante, pois a conversa dos avaliadores com cada setor mostrou para eles que tudo o que é desenvolvido na Uninter é factível. “Quando se fala em avaliação do MEC, se fala muito em evidências. Organizei todos os documentos que comprovam que nós fazemos o que está escrito no PPC. Mas minha experiência mostrou que a instituição fala por si só. Comprovamos que tudo o que fazemos aqui é ensino superior de verdade. Nós não brincamos de fazer ensino superior”.

Após longa conversa dos avaliadores com os diretores e a coordenação do curso, houve uma reunião com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), liderada por Hélio Rubens Godoy Lechinewski. Para Caroline, essa reunião é um dos pontos principais da avaliação, pois é constatada a seriedade da CPA. “Os avaliadores não pediram absolutamente nada sobre a CPA, mesmo sendo um ponto muito importante. O Hélio deixou tudo bem feito e foi um ponto muito tranquilo”.

Também houve visitas a todos os espaços físicos do curso, inclusive nos estúdios, na editora e na logística, que deixaram os avaliadores impressionados devido à excelente infraestrutura que a Uninter oferece.

O restante do dia foi de reuniões com o Núcleo Docente Estruturante (NDE), grupo que constrói o curso, com o corpo docente e com os alunos, que foram escolhidos aleatoriamente -parte desses alunos participaram da reunião via Skype, representando diferentes regiões do país.

No segundo dia foram feitas as verificações de documentação. “A nota cinco não veio do último mês de trabalho. Para conseguir um cinco é necessário que o curso tenha história. No nosso caso, são seis anos de curso no EAD, no presencial o curso existe desde 2008. São 11 anos de experiência em Relações Internacionais na Uninter. É uma construção longa”, diz a coordenadora.

No Brasil inteiro, dos 183 cursos de Relações Internacionais existentes, apenas seis são da modalidade EAD e o primeiro foi lançado pela Uninter. Para Caroline, a nota máxima vem para confirmar que a Uninter foi a primeira e é a melhor, além de ressaltar a importância da instituição na democratização do ensino de Relações Internacionais no Brasil.

“Para mim, tem uma vitória pessoal por ser a única representante do gênero feminino entre os cinco cursos avaliados neste ano. Nós sabemos dos desafios diários enfrentados pelas mulheres. Saber que eu estou representando bem o nosso gênero e mostrar que essas funções de liderança também são para as mulheres, mostrar que nós somos capazes de fazê-lo bem e que nós conseguimos nota máxima, para mim, é uma grande vitória da luta pela igualdade de gênero”, conclui.

Edição: Mauri König / Revisão Textual: Jeferson Ferro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *