Primeiros socorros, o conhecimento prático que salva vidas
Autor: Vitor G. Santos - Estagiário de Jornalismo
Quando um acidente acontece, o socorro nem sempre chega de imediato. É nesse cenário que a disseminação dos conhecimentos em primeiros socorros representa não apenas uma medida de prevenção, mas também um recurso capaz de salvar vidas e reduzir sequelas. A Uninter oferta um curso de extensão que aborda as práticas de primeiros socorros em diferentes situações de agravos e ocorrências, além de capacitar o público para a realização dos atendimentos primários em vítimas de acidentes ou doenças.
Por ano, o Ministério da Saúde estima que mais de 3.300 crianças morrem e outras 112 mil ficam internadas em estado grave em decorrência de acidentes ou lesões não intencionais. “Seria importante um número maior de pessoas capacitadas no período de férias de fim de ano, nas praias, nas estradas e em locais com mais pessoas, para poder socorrer rapidamente e, enquanto o resgate não chega, minimizar o problema com ações simples”, explica o professor do curso Benisio Ferreira da Silva reforça.
Portanto, é preciso manter a calma para saber como amparar e estabilizar a vítima, de modo que seja possível organizar o chamado de ajuda profissional enquanto o atendimento básico é realizado, podendo isso representar a diferença entre a vida e a morte.
A manutenção deste conhecimento é feita a partir da repetição, principalmente para quem está se formando na área da saúde. “Naturalmente, é normal que a procura seja muito maior por parte dos estudantes, especialmente os estudantes dos cursos da saúde. Aumentar a informação e divulgação para o grande público seria importante”. Para o professor, os conhecimentos em primeiros socorros não devem estar restritos aos profissionais da saúde, mas também alcançar a população em geral por meio da conscientização e do acesso à informação.
A importância na disseminação dos fundamentos básicos dessa prática está nos impactos positivos que ela proporciona, tanto a curto quanto a longo prazo, ampliando a capacidade da população de agir diante de emergências, “Seria muito importante se todos pudessem ter esses ensinamentos. Muitas situações seriam positivamente revertidas e muitas vidas salvas, ou sem sequelas em alguns casos”, diz.
O professor ainda destaca que qualquer prática capaz de proteger uma vítima e garantir os minutos essenciais até a chegada da ajuda especializada pode ser vista como uma das maiores formas de valorização da vida. Afinal, em emergências, conhecimento, preparo e rapidez podem fazer toda a diferença.
Autor: Vitor G. Santos - Estagiário de JornalismoEdição: Mauri König
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