THE OBLIGATIONS IMPOSED BY THE INTERNATIONAL COVENANTS AND OTHER UNIVERSAL HUMAN RIGHTS TREATIES, INCLUDING THE IMPLEMENTATION BY DOMESTIC COURTS

Johannes van Aggelen

Resumo


Abstract

The evolution of the United Nations human rights program started twenty years before the General Assembly signed the Covenant on Civil and Political Rights and the one on Economic, Social and Cultural Rights, but the work of the first twenty years left a lasting imprint on the final product of the Covenants. However, the implementation of the Covenants had a different pace. The rights contained in the Civil and Political Rights Covenant can be invoked and enforced immediately, while the rights contained in the other Covenant are to be implemented progressively. This is also evident in the adoption of the Optional Protocols to both Covenants. The Optional Protocol to the Civil and Political Rights Covenant was adopted at the same day as the Covenants, while the Optional Protocol to the Economic, Social and Cultural Covenant took 42 years to mature. This is also because the Committee on Economic, Social and Cultural Rights does not find its origin in the Covenant itself, but within the ECOSOC created in May 1985. It is therefore considered a “quasi-judicial” Committee. The Vienna Convention guides the implementation of the rights contained in the Covenants and the adoption of subsequent human rights treaties, which refine the rights contained in the Covenants, on the Law of Treaties. The obligations of State parties are a trias of obligations, namely to respect, to protect and to fulfill the rights contained in the treaties. Human Rights Committees also have obligations towards state parties such as promoting cooperation among them in the implementation of rights; summarizing the experience gained in the consideration of state reports; stimulating the improvement of reporting procedures through the adoption of General Comments. The obligation of state parties to master the international norms starts with proving an effective solution for alleged violations. It is the realization of international human rights through a State's national legal and institutional system. As far as the hierarchy of rights in the implementation, Brazil accords constitutional status to human rights treaties and consequently requires that constitutional provisions should be interpreted in the light of international human rights law. States are guided by specific general comments in the implementation of civil and political rights. The Human Rights Committee is still considered the ''primus inter pares'' among the human rights committees. The main problem for State parties to implement such rights remains in the accumulation of state reports. In addition, they should provide a solution respecting the future of the status, form supervising committees and establish the competence of national authorities as well as the members of the human rights committee.

Keywords: International treaty law. International human rights law.

Resumo

A evolução do programa de direitos humanos das Nações Unidas iniciou-se vinte anos antes que a Assembleia Geral assinasse os Acordos de direitos humanos que diziam respeito aos Direitos Civis e Políticos e aos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, mas o trabalho desses primeiros vinte anos deixou um legado duradouro na versão final de tais tratados. Entretanto, a implementação dos Pactos não foi feita ao mesmo tempo. Os direitos contidos no Acordo dos Direitos Civis e Políticos foram implementados de forma imediata, enquanto que a implementação dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais do outro foi feita de modo progressivo. Isso fica evidente na adoção dos Protocolos Opcionais de ambos. O Protocolo Opcional do Acordo dos Direitos Civis e Políticos foi adotado no mesmo dia dos Acordos, enquanto que o Protocolo Opcional do Acordo dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais levou 42 anos para amadurecer. Isso se deve ao fato de que o Comitê dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais não se origina no Acordo em si. Ele foi criado em maio de 1985 pela ECOSOC. Logo, ele é considerado um Comitê ''quasi-judicial''. A implementação dos direitos contidos nos Acordos e a subsequente adoção dos tratados de direitos humanos que aprimoram os direitos contidos nos Acordos são orientados pela Convenção de Viena no que se refere à Lei de Tratados. Os Estados Signatários devem respeitar, proteger e fazer cumprir tais direitos. Os Comitês de Direitos Humanos têm a obrigação de promover a cooperação entre os estados signatários na implementação de tais direitos. Eles deveriam apontar os pontos principais da experiência adquirida pelos Estados e estimular a melhora dos procedimentos de confecção de relatórios através da adoção de Comentários Gerais. A obrigação dos Estados Signatários em conhecer as normas internacionais começa em dar soluções efetivas para supostas violações. Isso significa o estabelecimento dos direitos humanos internacionais através de um sistema nacional legal e institucional desenvolvido pelo Estado.  No que tange a hierarquia dos direitos quando de sua implementação, o Brasil concorda com o status constitucional dos tratados de diretos humanos e exige que eles sejam interpretados conforme o direito internacional de direitos humanos. Os Estados se guiam por comentários feitos na implementação de direitos civis e políticos. O Comitê de Direitos Humanos também é considerado o “primus inter pares” entre os comitês de direitos humanos. O maior problema para os Estados Signatários em tal implementação se refere ao acúmulo de relatórios feitos pelos Estados. Além disso, eles deveriam dar uma solução que respeitasse o futuro do status, a formação de comitês de supervisão, estabelecer a competência das autoridades nacionais bem como dos membros do comitê de direitos humanos.

Palavras-chave: Direito internacional de direitos humanos. Direito internacional dos tratados.

Resumen

La evolución del programa de derechos humanos de las Naciones Unidas se inició veinte años antes de que la Asamblea General firmara los Acuerdos de derechos humanos que se referían a los Derechos Civiles y Políticos y a los Derechos Económicos, Sociales y Culturales, pero el trabajo de esos primeros veinte años dejó un legado duradero en la versión final de tales tratados. Sin embargo, la implementación de los Pactos no se hizo al mismo tiempo. Los derechos contenidos en el Acuerdo de Derechos Civiles y Políticos se implementaron de forma inmediata, mientras que la aplicación de los Derechos Económicos, Sociales y Culturales del otro fue hecha de modo progresivo. Eso es evidente en la adopción de los protocolos opcionales de ambos. El Protocolo Opcional del Acuerdo de Derechos Civiles y Políticos fue adoptado el mismo día de los Acuerdos, mientras que el Protocolo Opcional del Acuerdo de Derechos Económicos, Sociales y Culturales llevó 42 años para madurar. Eso se debe al hecho de que el Comité de los Derechos Económicos, Sociales y Culturales no se origina en el Acuerdo en sí. Fue creado en mayo de 1985 por ECOSOC. Por lo tanto, es considerado un Comité "cuasi-judicial". La aplicación de los derechos contenidos en los Acuerdos y la posterior adopción de los tratados de derechos humanos que mejoran los derechos contenidos en los Acuerdos están orientados por la Convención de Viena en lo que se refiere a la Ley de Tratados. Los Estados Signatarios deben respetar, proteger y hacer cumplir dichos derechos. Los Comités de Derechos Humanos tienen la obligación de promover la cooperación entre los estados signatarios en la implementación de tales derechos. Deben apuntar los puntos principales de la experiencia adquirida por los Estados y estimular la mejora de los procedimientos de elaboración de informes a través de la adopción de Comentarios Generales. La obligación de los Estados Signatarios en conocer las normas internacionales comienza en dar soluciones efectivas para supuestas violaciones. Eso significa el establecimiento de los derechos humanos internacionales a través de un sistema nacional legal e institucional desarrollado por el Estado. En lo que se refiere a la jerarquía de los derechos cuando de su implementación, Brasil concuerda con el status constitucional de los tratados de derechos humanos y exige que sean interpretados conforme al derecho internacional de derechos humanos. Los Estados se guían por comentarios hechos en la implementación de derechos civiles y políticos. El Comité de Derechos Humanos también es considerado el "primus inter pares" entre los comités de derechos humanos. El mayor problema para los Estados Signatarios en dicha implementación se refiere a la acumulación de informes hechos por los Estados. Además, deberían dar una solución que respetara el futuro del estatus, la formación de comités de supervisión, establecer la competencia de las autoridades nacionales, así como de los miembros del comité de derechos humanos.

Palabras clave: Derecho internacional de derechos humanos. Derecho internacional de los Tratados.

Resumé

L'évolution du programme des droits del'homme des Nations Unies commença vingt ans avantl'adoption des deux pactes des  droits de l'homme.La mise en oeuvre du  pacte civil et politique était immediate, mais l'implementation  du pacte des droits économiques , sociaux et culturels prendait beaucoup plus de temps dû la réalisation progressive des droits. La création du Comité des droits économiques,sociaux et culturels ne figure pas dans le pacte, comme prévu pour le Comité des droits del'homme; le Comité est consideré comme un comité ''quasiJohannes van Aggelen  Ius Gentium. Curitiba, vol. 8, n. 2, p. 333-361, jul./dez. 2017. 336  judicial''. La mise en oeuvre par les états est guidé par la Convention de Vienne sur les traités.Les Comités ont l'obligation  de promouvoir la coopération entre les états partis, utiliser leur expérience pendant la considérations des rapports des états et stimuler à améliorer la procedure atravers de l'adoption des observations génerales.Les états ont l'obligation de fournir des recours efficaces aux individues contre une violation présumé des ddroits de l'homme.Le Brésil donne status constitutionel aux traités des droits de l'homme et exige que les droits constitutionels sont interpretés conform le droits de l'homme international. Le problème le plus important pour les états reste le nombre de reports à presenter, la forme et compositions des comités dans l'avenir et la compétence des authorités nationaux  comme la compétence des membres des comités.

Paroles clé: droits international des droits de l'homme;droit international des traités


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